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terça-feira, 1 de março de 2011

Reparação de juntas de dilatação

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Montagens de tudos de queda ( algerozes )

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Profissionalismo

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Área de actuação

Actuamos em todo o território português e ilhas.

Intervenções


- Reabilitação de edifícios

- Aplicação e reparação de juntas de dilatação

- Pinturas de ferro

- Protecção anti-corrosão de estruturas metálicas

- Montagem de algeroz e sistemas de escoamento de água

- Colocação de telas publicitarias

- Montagens de decorações e iluminação (Natal, festas populares)

- Multiserviços de Limpeza (vidros, fachadas, silos)

- Inspeções em geral

- Poda de árvores

-Empreitadas



ACESSO

ACESSO
Trabalhar em cordas éra uma dificuldade de acesso aos mais profissionais desde a sua criação há 40 anos. Inicialmente feito com técnicas emprestadas da espeleologia, escalada alpina e técnico , o trabalho em cordas tem agora seu próprio equipamento e técnicas .

Equipe vertical

Equipe vertical
Mais que fornecedores de serviços sentimo-nos colaboradores dos nossos Clientes com os quais estabelecemos relações fortes de confiança assentes no princípio de lhes prestar um serviço de qualidade que corresponda às suas reais necessidades. Contamos com uma equipe jovem, dinâmica e empreendedora, composta por profissionais que conjugam as suas competências técnicas com uma alargada experiência profissional, capaz de garantir as melhores soluções para cada projecto. A Alpiservice acredita que o sucesso passa por um sólido compromisso com a qualidade, aliada à flexibilidade e agilidade na resposta às necessidades do Cliente em todas as fases do projecto. Por isso preocupamo-nos não só com os resultados obtidos, mas também com a forma como os atingimos. O nosso compromisso parte de um triângulo fundamental na relação com os Clientes: Profissionalismo, Qualidade e Preço.

Alpi 24

Alpi 24
Através do serviço Alpi 24 horas , os nossos Clientes dispõem de uma assistência de emergência permanente durante 365 dias por ano. Igualmente, e através do nossos contactos mantemos um sistema de comunicação bidireccional contínuo com os nossos operadores possibilitando um acompanhamento rápido e imediato. Temos uma equipa pronta a intervir, sobre os locais mais inusitados. Procuramos a satisfação das preocupacões e necessidades dos nossos clientes, como encontrar a solução menos dispendiosa possível, tendo sempre em atenção a qualidade/preço, para proporcionarmos uma completa satisfação dos nossos serviços. Garantimos: - 24 horas ao seu serviço - rapidez de resposta - serviço Profissional - os melhores preços - técnicos profissionais - Viaturas piquetes especializadas Actuamos na área da Grande Lisboa, designadamente, Amadora, Cascais, Loures, Margem Sul, Odivelas, Oeiras, Sintra.

soluções a altura de sua satisfação

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Sites

  • Beal
  • http://www.petzl.com

Alpicar

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Organização

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Persistencia

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Dinamismo

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Objetivo

Objetivo

EPIs

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Segurança

Segurança

Os melhore equipamentos do mundo

Os melhore equipamentos do mundo

Amarrações

Amarrações
O mais importante não é saber apenas onde aplicar o Nó, mas sim onde não aplica-lo, uma vez aplicado de forma errada, você poderá não ter tempo para corrigir o erro.

Ponto fixo

Ponto fixo

CONECTORES

CONECTORES
MOSQUETÃO EM AÇO OVAL. ADAPTADO ÀS CONDIÇÕES DIFÍCEIS. COM INDICADOR VISUAL VERMELHO .

Conectores com marcação

Conectores com marcação

Fechos de mosquetões

Fechos de mosquetões

Segurança em nossas mãos ...

Segurança em nossas mãos ...

% DE PERDA NO NÓ

Todo nó enfraquece a corda no local onde apresenta curvatura. Dependendo do tipo de nó e corda, o percentual de perda na resistência pode chegar a 60%. Existem nós, que por possuírem curvas menos acentuadas não sacrificam tanto a estrutura da corda. Vale lembrar, que um esforço contínuo, sacrifica menos a estrutura (alma), do que um esforço de impacto.

SENSIBILIDADES UV

Os raios Ultravioleta tem uma grande influência sobre fibras sintéticas. Principalmente eles ressecam e desbotam fibras tingidas. Uma vez ressecadas, a perda da resistência é muito grande. Uma boa maneira de evitar esse tipo de desgaste, é prevenir a corda de exposições muito prolongadas ao tempo.

Nó de 9

Nó de 9

Nó de coelho

Nó de coelho

Nó de borboleta

Nó de borboleta

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Nó lais de guia simples

Nó lais de guia simples

Dinamico

Dinamico

Nó de fita

Nó de fita

Nó de oito com seio

Nó de oito com seio

Nó de sete

Nó de sete

Nó de pescador

Nó de pescador

Nó machard

Nó machard

Criando desvios

Criando desvios

Sobre cordas

Sobre cordas

Proteção flexível

Proteção flexível

União

União

Entendendo o equipamento

Entendendo o equipamento

RIG

RIG
DESCENSOR AUTOBLOCANTE COMPACTO. SÃO CONCEBIDOS PARA AJUSTAR O TRAVAMENTO E CONTROLAR A DESCIDA A O LONGO DE UMA CORDA FIXA, PERMITINDO DEPOIS POSICIONAR-SE EM UM PONTO DA CORDA PARA TRABALHAR.

I´D

I´D

ASAP

ASAP
É UTILIZADO PARA TRAVAR UMA QUEDA OU UMA DESCIDA NÃO CONTROLADA. UTILIZA-SE NA CORDA DE SEGURANÇA.

Kroll

Kroll

Antiquedas, bloqueadores

Antiquedas, bloqueadores

SISTEMA DE TRAVAGEM

SISTEMA DE TRAVAGEM

MONTAGEM DO EQUIPAMENTO

MONTAGEM DO EQUIPAMENTO

DESCENSORES

DESCENSORES

Atenção!!!

Atenção!!!

ROLDANAS E SISTEMAS DE DESMULTIPLICAÇÕES

ROLDANAS E SISTEMAS DE DESMULTIPLICAÇÕES

ROLDANA SIMPLES

ROLDANA SIMPLES

PARA MAIOR CONFORTO NO TRABALHO

PARA MAIOR CONFORTO NO TRABALHO
PARA SUSPENSÃO PROLONGADA E CONFORTO DO UTILIZADOR.

DESMULTIPLICADOR COM TRAVAGEM

DESMULTIPLICADOR COM TRAVAGEM

ROLDANA DUPLA PRUSSIK GEMINI

ROLDANA DUPLA PRUSSIK GEMINI

ROLDANA DUPLA TANDEM

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Cordas e Lembranças

Cordas e Lembranças
Desde a infância estamos envolvidos em situações que nos requer a utilização de cordas. Quem não teve problemas ao amarrar seu primeiro sapato? E quão difícil não foi perceber a perda do páreo para a ausência deste tipo de conhecimento! A história da corda, um instrumento de auxílio e extensão, confunde-se com a própria história da humanidade. Suas várias aplicações são bastante amplas, da construção civil e eletromecânica, passando por utilização "offshore" como amarração de petroleiros e ancoragem de plataformas e nonobóias, além de atividades esportivas e recreativas, até alcançarem as artes e o vestuário. Tudo isso permite-nos afirmar que, apesar de simples, seu uso é quase irrestrito. O uso das cordas de fibras naturais, bem como sua forma construtiva vem sendo amplamente substituídos pelas sintéticas e formas específicas de construção, a fim de adequar-se às normas técnicas e oferecer segurança àqueles que se submetem a esses elementos tensis. As fibras sintéticas mais utilizadas na atualidade são o polietileno, polipropileno, poliéster e o poliamida (nylon). As cordas estão e estarão sempre presentes como auxiliares responsáveis pela conquista de várias situações em que o homem sozinho jamais ousaria desafiar.

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A civilização da corda A corda permitiu ao homem domesticar animais, construir as pirâmides, o col

A civilização da corda A corda permitiu ao homem domesticar animais,  construir as pirâmides, o col
A corda acompanha há séculos a evolução da civilização e da tecnologia. Permitiu a construção do Coliseo de Roma, a decoração da Capela Sistina, a conquista do K2 e a exploração dos abismos. Entretanto, dificilmente a encontramos citada entre as grandes invenções que revolucionaram a história da humanidade, como a roda ou a escrita. Porém, um lugar no topo da classificação lhe seria de direito, uma vez que sem a corda, desde tempos remotos, tudo teria sido muito mais difícil: capturar e domesticar animais, por exemplo, navegar, transportar mercadorias, levantar pesos. Também o arco e flexa, a polia e o machado não teriam existido. Mas, quando nasceu a corda ? As primeiras cordas rudimentares de que se tem conhecimento, feitas com fibras e pele, remontam a quase 20 mil anos atrás. Foram, porém, os antigos egípcios , como demonstram algumas inscrições feitas nas tumbas dos faraós, a realizar cordas que, em muitos aspectos eram similares às atuais, compostas a partir de fibras do papiro trabalhado e trançado ao redor de um bastão. Foi justamente ao longo do Nilo que se desenvolveram também as primeiras e importantes aplicações mecânicas das cordas, que com grande probabilidade foram determinantes na construção das pirâmides. Outras civilizações, da América à Ásia, recorreram a tendões e intestinos de animais, crina de cavalo, folhas e arbustos da bétula, do zimbro e do salgueiro, e mesmo de cabelos humanos. O próximo passo foi dado por gregos e romanos: ambos, na realidade, utilizaram o linho, o “sparto” (gramínea do mediterrâneo) e, sobretudo, o cânhamo (Cannabis sativa), do qual descobriram suas extraordinárias propriedades. Do caule desta planta se obtém fibras resistentes e flexíveis, que uma vez tratadas, podem ser torcidas sobre si mesmas e submetidas a tensões até formarem barbantes ou cordas. As cordas eram, então, instrumentos indispensáveis não só em terra (aonde serviam para dar movimento a moendas e polias, para embalar, arrastar, sustentar e elevar), mas também e, sobretudo, a bordo dos barcos. A partir do final da idade média (cerca de 1300) e com a difusão do comércio por mar, a cordoaria se tornou uma atividade estratégica em toda a Europa. Com as primeiras máquinas se construíram cordas cada vez mais resistentes, de até 300 metros de comprimento (para cordas mais longas se recorria a assim chamada entrançadura: um sistema que permitia unir duas cordas, que entretanto dobravam de diâmetro na união, o que impossibilitava o seu uso, por exemplo, em polias. Na Inglaterra foram fundadas dezenas de cordoarias e, em 1328, foi a este propósito, instituído um Ministério das Cordas. Graças ao cânhamo, que crescia em abundância na ilha, os artesãos britânicos conquistaram o monopólio em uma vasta área da Europa e puderam, assim, resguardar por um longo período os segredos de sua fabricação. O cânhamo não foi substituído até os primórdios de 1800. Não obstante fosse necessário tratá-lo com betume, para poder torná-lo resistente à água do mar, evitando assim seu apodrecimento, o cânhamo se revelou a melhor fibra em muitas aplicações. Até nas mais impensáveis, como aconteceu no ano de 1586, quando o Papa Sisto V fez erguer na praça de São Pedro, em Roma, o obelisco egípcio, trazido para lá por Caligola em 39 d.C. A operação de construção do monumento, de 26 metros e 350 toneladas, exigia uma tal concentração dos quase 900 operários, que uma lei vetou a estranhos que se aproximassem dos canteiros de obra, inclusive para conversar. A pena para quem transgredisse a lei era a forca. Mas os trabalhos se revelaram mais complexos do que o previsto. Munidos de 140 cavalos e 44 cabrestantes, no dia 10 de setembro, se inicia a operação de erguimento do monumento. A certo ponto, as cordas que sustentavam em pé o obelisco, estavam cedendo em vista do peso excessivo. Um jovem marinheiro, que estava no meio da multidão, Benedetto Bresca, se deu conta, e transgredindo as ordens expressas do Papa, se pôs a gritar: “Aiga ae corde!” (água às cordas). O arquiteto Domenico Fontana, responsável pela operação, lhe deu ouvidos e deu ordem para que as cordas fossem molhadas. As fibras de cânhamo, reforçadas pela água, se contraíram e o monumento foi salvo. O Papa, em gratidão, lhe concedeu o direito de pedir o que quizece: seu desejo foi o de ser ele, e seus descendentes, quem forneceriam ao Vaticano as palmas para a Semana Santa. Em 1830, o sisal, uma fibra que se obtêm de uma planta tropical, o agave (Agave sisilana), veio a substituir o cânhamo nas aplicações náuticas: ambas possuíam uma alta tenacidade e uma elasticidade entre 1,5 e 4 %, mas o sisal reagia melhor a água salgada. O algodão, de sua parte, fornecia cordas melhores para serem manuseadas, enquanto o sisal, mais econômicas. Mas a verdadeira revolução se deu nos 900, com a introdução dos materiais sintéticos, derivados do petróleo ou do carvão (polietileno, polipropileno, poliéster e náilon). A partir daí as cordas se tornaram, cada vez mais, um item de concentração de tecnologia, capazes de absorver violentas solicitações (como as fibras poliamídicas usadas em cordas de escalada) ou de resistir à abrasão e aos agentes químicos e atmosféricos (como o polipropileno, utilizado na atracação de navios). A elasticidade destas fibras pode superar os 20% e diferentemente do cânhamo, não reter água e, algumas, até flutuar. E há mais. Nos últimos anos, efetivamente, químicos e pesquisadores das grandes multinacionais criaram materiais para a produção de cordas de características extremas. Estes materiais são o kevlar®, twaron® e dyneema®. Uma corda construída com estes materiais (usados também na confecção de coletes à prova de balas) possui uma resistência igual a do aço, levando-se em conta uma mesma seção, enquanto que em paridade de peso, até dez vezes mais resistente. As cordas feitas com dyneema®, por exemplo, um polietileno patenteado pela holandesa Dsm e empregado, entre outras coisas, para ancorar plataformas de petróleo em águas profundas, podem suportar centenas, e até milhares, de toneladas de carga. Além do que, são materiais que suportam agentes ácidos e as descargas elétricas, possuem uma elasticidade muito reduzida, e como no caso do kevlar® (uma fibra para-aramídica produzida pela americana DuPont), não se fundem com o calor, mas se decompõem à temperatura de 500 ºC. O único inconveniente destas novas fibras parece ser, pelo menos neste momento, seu elevado custo. Em contraposição aos materiais, em contínua evolução, a estrutura das cordas permaneceu inalterada da Idade Média aos dias de hoje. Baseando-se na técnica para fabricá-las, existem dois tipos: as cordas torcidas e as cordas trançadas (cada uma das quais possui, obviamente, dezenas de variantes). A corda torcida, que é a construção clássica, é constituída de centenas de filamentos, retorcidos entre si, que dão origem às pernas. As pernas, por sua vez, são torcidas umas as outras, em sentido oposto ao da primeira operação, dando origem à corda propriamente dita. Hoje o trabalho é quase que totalmente feito por máquinas automáticas, mas até há algumas décadas atrás, explica Norberto Pardini, herdeiro da homônima e histórica cordoaria de Camaiore, Itália, “o método adotado era a utilização do vagonete: um carro que percorria uma linha de ferro com algumas centenas de metros, e que retorcia três ou mais pernas puxadas por outro tanto de ganchos, que por sua vez eram movimentados por um sistema de engrenagens. O cordoeiro, no ínterim, acompanhava e controlava a operação ao lado do carro, ou sobre ele”. O mecanismo, lento e custoso, remonta ao século XIV-XV e permitia uma operação perfeita, uma vez que evitava torções muito fortes, ou poucas torções, capazes de inutilizar a corda. Foi exatamente com um sistema deste tipo que a cordoaria Pardini, em 1939, fez para o encouraçado Roma uma corda de cânhamo de 56 cm de circunferência, 200 metros de comprimento e mais de 6 toneladas de peso. Ainda mais volumosa foi a corda, feita em fibra de coco, que a empresa John & Edwin Wright, de Birmingham (Inglaterra), fez para o vapor Great Eastern na metade dos oitocentos (4 pernas, 15 mil filamentos e cerca de 1,20 metros de circunferência). O recorde da corda mais longa, sem emendas, pertence, porem, à londrina Frost Bros., que em 1874 superou os 18 mil metros. Nas cordas trançadas, por sua vez, os filamentos em vez de serem torcidos entre si, vêm trançados uns aos outros e depois recobertos por uma capa, geralmente em fibra sintética. A resistência da corda, neste caso, é devida somente à sua parte interna (chamada alma), enquanto o revestimento possui uma função de proteção, ou estética. A diferença entre os dois tipos é que a corda torcida, apta a amarração e ancoragem, é geralmente mais rígida, se desgasta menos, mantém os nós e pode ser emendada a cabos de aço. A trança, do seu lado, é mais macia e de melhor manuseio, escorre e se amolda mais facilmente, mas pode esconder defeitos em sua parte interna e, sobretudo, render ineficazes determinados nós, em vista de sua superfície lisa.
Tema Espetacular, Lda.. Com tecnologia do Blogger.

LEGISLAÇÃO

Decreto-Lei Nº 348)93 de 1 de Outubro - Transposição para a ordem jurídica internaa Directiva



Nº 89/656/CEE, do Conselho, de 30 de Novembro, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde dos trabalhadores na utilização de Equipamentos de Protecção Individual.







Decreto-Lei 50/2005 de 25.02.2005 - regula as prescrições mínimas de segurança e saúde dos trabalhadoresna utilização de equipamentos de trabalho.







Decreto-Lei 441/91 - promove a segurança, higiene e saúde no trabalho.







Lei 99/2003 – Código de Trabalho.







Decreto-Lei 320/2001 - Estabelece as regras relativas à colocação no mercado e entrada em serviço dasmáquinas e dos componentes de segurança colocados no mercado isoladamente.







Decreto-Lei 41821/58 - de 11-Ago-58: Aprova o regulamento de Seg. no Trabalho da Construção Civíl - RSTCC







Decreto-Lei 46427/65 46427/65 - de 10-Jul-65: Aprova o regulamento das instalações provisórias destinadas ao pessoal empregado nas obras (RIPPEO)







Decreto-Lei 273/2003 de 29-Out-2003: Transpõe para o direito interno, as prescrições mínimas de segurança e de saúde a aplicar nos estaleiros temporários ou móveis.







Decreto-Lei 41820/58 41820/58 - de 11-Ago-58: Estabelece entre outras, que as normas de segurança no Trabalho da Construção Civil deverão ter regulamentação própria.



Portaria 101/96 de 03-Abr-96: Regulamenta o Decreto-Lei n.º 155/95 de 1 de Julho relativo às prescrições mínimas de segurança e de saúde nos locais e postos de trabalho dos estaleiros temporários ou móveis.







Lei nº 35/2004 de 27 Agosto - Regulamento do Código do Trabalho.







Decreto Lei nº 348/93 de 1 Outubro e Portaria nº 988/93 de 6 Outubro







Portaria 1456ª-1995 - O Decreto-Lei n.º 141/95, de 14 de Junho, relativo às prescrições mínimas para a sinalização de segurança e de saúde no trabalho, prevê que as normas técnicas de execução desse diploma serão estabelecidas em portaria do Ministro do Emprego e da Segurança Social.







OSHA 3146/1998 3146/1998 – Protecção contra Quedas na Construção







NORMAS EUROPEIAS E PORTUGUESAS







NP/EN 341 - equipamento de Rapel Industrial (descensores)



EN 353-1 – Sistemas Anti-Queda guiados com ancoragem fixa



EN 353-2 - Sistemas Anti-Queda guiados com ancoragem móvel



EN 354 – Cordas



EN 355 – Amortecedores de energia



EN 358 – Sistemas de Posicionamento de Trabalho



EN 360 – Sistemas de Anti-Quedas retrácteis



EN 361 – Arnês de corpo inteiro (Anti-Quedas)



EN 362 – Mosquetões Industriais



EN 363 Sistemas Anti-Quedas



EN 364 – Metodologia de Teste